terça-feira, 27 de abril de 2010

Um capitulo de uma historia que eu inventei ...

-Bom , já faz um tempo que eu escrevi essa história , uns , 6 meses , mas deixei meio que pra lá estava sem inspiraçao para acaba-la , mais , é super interessante e acho que vou continuar a escrever mais e acada capitulo que vou acabando vou postar aqui . O nome do tilulo eu ainda não crei . Eis o capitulo :

Quarta-feira, 10 de Setembro 2008, 1h 30 da manha Escutando The Beatles

Da vontade de ficar girando e girando... Frases sem sentidos que se tornam uma canção. Lógico, com LSD tudo é possível. Calma, estou me referindo á Lucy In The Sky. Parece que está mesmo drogado sem nunca ter sentido em seus lábios o doce sabor da folha de maconha. Esquece, isso não vem ao assunto.

Começo esse diário por dois motivos: O primeiro é que, pararei de escrever aqui, quando eu estiver comprido minha promessa , e o segundo motivo é que eu conseguir achar a solução para ela ser realizada. Falarei disso daqui a pouco.

Era noite de 08 de dezembro, uma noite chuvosa e com relâmpagos. Eu estava na casa dos meus avós porque meus pais haviam viajado a negócios. Já era madrugada, estava dormindo tranquilamente, quando minha avó me acordou gritando e chorando avisando que ocorreu um grave acidente de carro com meus pais, e que não havia nenhum sobrevivente. Eu tinha seis anos na época, não lembro da minha reação, só lembrava que eu estava confuso e com medo. Jamais esquecerei os fins de semanas ensolaradas em que eu e meu pai íamos até o alto da montanha tocar violão enquanto o sol se punha, era uma sensação de liberdade e o brilho do olhar de meu pai expressava exatamente isso.

Quando meus pais estavam saindo de casa para a viagem, um dia antes do trágico acidente, meu pai me chamou e segurou minhas mãos e falou bem baixo “ lhe trará sorte” abri a mão e vi a palheta que ele sempre usava quando íamos para a montanha para tocar violão, uma palheta única, de metal prata nela gravada “conquiste você, depois os outros”. Essa frase, desde então, foi a frase que me deu forças para vencer tudo, menos a depressão disfarçada.

Quando fiz 10 anos, sai da casa dos meus avós e fui para a casa do meu tio, na capital de Minas Gerais. Eu não conhecia bem esse meu tio , mas como minha avó estava com a saúde ruim, achamos melhor eu morar com ele.

Meu tio é Roqueiro, barbas mal feitas, tatuagens de chamas estampando em seus braços e quando não está trabalhando, ele sempre usa aquela velha camisa de banda e seu casaco de couro combinando com o jeans. Não sei como um sujeito como esse é capaz de ganhar um dinheirão no seu trabalho. Eles e seus amigos são donos de uma revista de rock e harvy metal chama de I Wanna Rock n’ Roll, a revista é um sucesso de vendas, agora ela é uma das melhores do Brasil. Acho incrível como ele se dedica para essa revista, e o melhor é que ele sabe de tudo que acontece no mundo dos roqueiros e tem várias assinaturas das bandas mais famosas pelo o apartamento, pois ele já entrevistou muitas bandas para sua revista.

Moramos em uma cobertura de alto luxo, aqui o estilo é único: O Rock n’ Roll. Na entrada do apartamento há uma pequena sala de estar com um enorme quadro de todas as capas da revista do meu tio. No corredor encontra a cozinha muito grande, com televisão e pratos com desenhos de guitarra. Seguindo para os quartos, se encontra a guitarra autografada por todos os integrantes da banda Kiss. O quarto dele é uma grande suíte, com uma grade cama de casal ( apesar dele nunca ter se casado), e na parede de seu quarto pôsteres oficiais da banda favorita dele, é claro o Kiss.

Do lado do quarto encontra-se um quartinho onde meu tio passa horas e horas lá dentro, nunca soube o que exatamente ele fica fazendo lá, talvez seja tocando a sua guitarra ou planejando novas idéias para sua revista.

É raramente quando meu tio sobe para o segundo andar, quando isso acontece, é para fazer churrasco para os seus amigos. Com isso, o segundo andar ficou para mim e minhas coisas. Acabando de subir as escadas há uma salinha com uma televisão e milhares de vídeo-game e Dvds de banda de rock, pendurada na parede há uma guitarra Stratocaster preta autografada pela a minha banda favorita, uma banda que eu respeito e admiro: Iron Maiden, desde que mudei para Belo Horizonte, o Iron foi como o meu consolo, meu antidepressivo, e sem contar que a banda é super foda.

Mas enfim, nessa salinha as paredes são pintadas de preto e em cima de onde fica o sofá é totalmente coberta por um grande pôster do meu álbum favorito do Megadeth o Rust In Peace. Nossa, eu adoro a salinha. Bom, no corredor que dá para o meu quarto, pintado de vermelho sobre as paredes negras á uma frase:

Woe to you, Oh Earth and Sea,
for the Devil sends the beast with wrath,
because he knows the time is short...
Let him who hath understanding reckon
the number of the beast for it is a human number,
it's number is Six hundred and sixty six"

Essa frase do The Number of The Beast, eu e meu tio que pintamos e com a iluminação que já tinha, ficou ainda mais macabra.

Nesse corredor encontra-se apenas um quarto, o meu quarto. Aqui as paredes são praticamente cobertas por pôsteres de bandas e recortes de revista, encostado na parede há minha Gibson SG, uma guitarra que foi mais do que uma conquista, um sonho realizado, fico horas tocando ela. Nunca fiz aula de guitarra, dês de pequeno eu sabia tocar com a ajuda do meu pai, e agora especifiquei no hearvy metal com a ajuda do meu tio. Mas... Continuando, aqui também tem minha cama, meu Lep-Top , meu closet, também tem um balcão de vidro onde eu estudo e também que serve de apoio para o som e a minha televisão. E em cima uma prateleira com todos os meu CDS e milhares de vinis antigos do meu tio. Aqui é como se fosse o reflexo de quem eu sou.

Nossa tanto papo que eu nem me apresentei. Oi, Meu nome é Felipe, tenho 16 anos e toco guitarra. Tenho uma tatuagem nas costas com a frase da palheta do meu pai.Estou no primeiro ano, e na minha escola não tenho tantos amigos, também eu estudo numa escola de elite onde todo mundo quer saber de dinheiro e marcas famosas, e eu não estou nem ai para isso. Meu melhor amigo da escola é o Henrique e que por coincidência é filho do amigo do meu tio que também ajudou a criar a revista.

O Henrique toca bateria muito bem, e quando ele vem aqui para a casa, costumamos a tocar rifs de musicas como Sepultura e Metallica, também aqui no segundo andar.

Conheci a poucos dias um menino que acaba de mudar para o meu prédio. Ele também é harvy metal’s, o nome dele é Gustavo, tem minha idade e toca baixo. Não chamei ele para vir aqui em casa, mas eu já fui na casa dele, dar oi e vir que ele estava colocando pôsteres de bandas como Slayer, Pantera e Slipknot nas paredes do quarto dele. Conversamos e ele diz que irá mudar para o mesmo colégio do que o meu, e notei que quando conversávamos, ele pegava um saquinho e olhou pra mim e falou “não conte pros meus pais.” Lógico que era alguma droga, e como eu disse no começo desse diário, pretendo realizar uma promeça, que é experimentar uma droga. Pode-se pensar que a minha vida é perfeita morando com o meu tio milionário e eu ter um andar todo para mim, mas não é exatamente um mar de rosas, meu tio é muito ocupado e sim, ele é um cara super gente boa , chamo ele até de “ pai “ . Mas quero um jeito de me livrar da minha depreçao, formada pela a morte de meus pais.

Mais enfim, tenho que ir, amanha escrevo mais, estou com sono e amanha é tenho aula . A vida ne?

Felipe.



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